sábado, 15 de agosto de 2015

Stanley Kubrick

  Stanley Kubirck foi um fotógrafo, cineasta, roteirista e produtor americano. Nascido em Nova Iorque em 26 de julho de 1928, é considerado um dos mais importantes cineastas de todos os tempos, tendo dirigido grandes clássicos do cinema, como Lolita (1962), Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worring About and Love the Bomb (1964), 2001: A Space Odyssey (1968), A Clockwork Orange (1971) e The Shining (1980).

  Kubrick, quando criança, não era uma aluno exemplar já que raramente fazia as suas lições de casa e suas notas não eram das melhores. Porém seu pai, Jack Kubrick, o reconhecia como tendo uma mente criativa. O incentivou a aprender Xadrez e quando seu filho fez treze anos, lhe deu uma câmera fotográfica. Kubrick tornou-se um avido fotógrafo e muitas vezes andou por Nova Iorque, tirando fotos e as revelava na sala escura de um amigo. Após vender uma fotografia não solicitada a revista Look, foi oferecido uma oferta de emprego, com aprendiz de fotógrafo.
Uma das fotografias de Kubrick
para a revista Look.

Produção de Fear and Desire.
  Porém, Kubrick descobriu que o seu futuro estava associado a outro tipo de câmera, então estreou como cineasta de curta metragens/documentários aos 22 anos. Dirigiu três curtas/documentários: Flying Padre, Day of the Fight (ambos de 1951) e The Seafers (1953). Em 1951, dirigiu o seu primeiro longa: Fear and Desire. Kubrick o considerou-o amador e o tirou de circulação. A mesma coisa aconteceu com Killer's Kiss (1955), que foi muito pouco divulgado. Mas tudo mudou quando em 1956 ele lançou The Killing. Por causa desse filme, a sua carreira começou a decolar. Mas, apesar disso, ele teve problemas com Paths of Glory (1957). O filme é estrelado por Kirk Douglas e, depois de ter sido rejeitado por vários estúdios, Douglas ajudou a levantar o projeto. Quando saiu, o filme foi proibido m alguns países por causa do tema anti guerra, mas o filme teve excelentes críticas nos países que foi lançado.

  Douglas havias gostado de trabalhar com Kubrick, então o chamou para dirigir o épico Spartacus (1960), após o diretor Anthony Mann ter sido demitido. Porém, a boa relação com Douglas se dissipou quado as famosas diferenças criativas declararam guerra. Como Kubrick, então com 32 anos, ainda era pouco conhecido e Douglas já tinha uma certa notoriedade, o ator venceu a guerra com o diretor, e Kubrick se viu obrigado a filmar o filme sem por as suas idéias em prática. Ele decidiu que dali em dianto s´iria dirigir filmes que ele tivesse total liberdade criativa.

  Era para Kubrick dirigir One-Eye Jacks (Marlon Brando, 1961), estrelado por Marlon Brando, esse seria o seu próximo projeto, por´m negociações fizeram com que ele não pudesse mais dirigir o filme, e ele deixou a produção e Brando o dirigiu.

  Desapontado com Hollywood e depois de mais um casamento fracassado, Kubrick deu adeus ao Estados Unidos (e com razão) e se mudou permanentemente para a Inglaterra, onde dali para frente ele faria todos os filmes seguintes.


Cena de Lolita, o seu primeiro filme
com produção do Reino Unido
 O primeiro filme dele na Grã Bretanha foi Lolita (1962), uma adaptação do romance de Nabokov sobre um homem e meia idade apaixonado pela sua enteada, a ninfeta Lolita. Lolita é um clássico da literatura inglesa, escrito por Vladimir Nabokov, que roteirizou o filme.Por se tratar de um tema polêmico (pedofilia), Nabokov teve que reescrever o filme várias vezes por causa da sensura rígida e coxinha da época, Kubrick quase não dirigiu o filme. Mesmo com citações implícitas de sexo, o filme levou uma classificação máxima. Dois anos depois, Kubrick lança outro clássico: Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worring About and Love the Bomb, que se tem como tema a ameaça à bomba nuclear. O filme tem muito humor negro e várias críticas sociais. Esse é o segundo filme de Kubick que Peter Sellers. Anteriormente ele atuou como Claire Quilty em Lolita. Esse filme foi um grande risco a carreira de Kubrick que já estava mexendo com um tema polêmico (a ameaça da bomba nuclear) e que é tratada de uma forma bem satirizada e engraçada. Originalmente, foi escrito como um drama, mas Kubrick observou que muitas das suas idéias eram muito engraçadas para serem levadas a sério. O filme foi um sucesso de crítica e de público e permitiu que Kubrick tivesse liberdade artística para todos os filmes que ele quisesse trabalhar.


Cartaz de
2001: A Space Odyssey
   O próximo filme de Kubrick levou cinco anos para ser desenvolvido. O filme em questão é a viagem doida e psicodélica: 2001: A Space Odyssey de 1968. Esse filme é considerado por mutis o melhor filme de ficção científica já filmado. O filme é baseado num conto de Arthur C. Clarke, The Sentinel. Clarke ajudou a roteirizar o filme com Kubrick e ao mesmo tempo romantizou o filme. 2001 teve uma recepção fria na época, porém como o mundo dá voltas, hoje é aclamado pela crítica. Na época, o pública adorou, talvez muito em conta pelos ótimos efeitos especiais que ganharam o Oscar em 1968 da categoria.

  Kubrick era um fã de Napoleão Bonaparte, e ele queria dirigir uma biografia dele, porém o filme seria muito caro para a época, e como não existia efeitos especiais de computação gráfica naquela época, ele decidiu desistir.

Poster de A Clocwork Orange

  Então, em 1971, Kubrick chocaria o mundo com a adaptação do livro de Anthony Brugess, A Clckwork Orange. Esse filme rivaliza com Lolita para a controvérsia que ele gerou, dessa vez não pela sua interpretação do sexo, mas também da violência. O filme é uma violência gratuita sem bem forte e isso o tornou muito polêmico para a época. Mesmo com tanta polêmica, o filme foi indicado a quatro Oscars, sem ganhar nenhum.

  Vindo de uma novela escrita por William Makepeace Thackeary, Barry Lyon (1975), é considerado por muitos, inclusivo por Martin Scorsese, o melhor filme de Kubrick, pois nele é visível uma característica marcante de sua carreira: o perfeccionismo. Mesmo com odo o cuidado com a produção, o filme foi um fracasso nos Estados Unidos e teve uma considerável popularidade na Europa. O filme levou 4 Orcars para casa, mas Kubrick não ganhou nenhum.

Poster de The Shining
  Cinco anos depois, em 1980, ele lança a adaptação de um dos meus livros favoritos, de um certo escritor do Maine. Se trata do filme The Shining, a adaptação do romance de mesmo nome de Stephen King. King odeia com todas as forças do universo essa adaptação, já que o filme não tem nada  a ver com o livro, e com razão. Mas o filme é um terro psicológico de gelar a espinha e bastante eficaz. Em 1987, já no final dos anos 1980, ele ressurgiu das cinzas como uma Fênix e lacrou o c* de todo mundo com o filme Full Meta Jacket, uma versão de Kubrick da guerra do Vietnã, sobre a preparação para a guerra e o ambiente de combate. Kubrick disse que ficou frustrado com o fato de que antes da estréia do filme, dois outros longas que abordavam o mesmo tema haviam sido lançados e feito sucesso.



  Kubrick de novo ressurgiu das cinzas como uma Fênix lacradora depois de 12 anos sem dar sinal de vida com o filme Eyes Wide Shuto seu último filme. O então casal número um da América na época, Tom Cruis Nicole Kidman interpreta um casal em crise de nessa trama repleta de sensualidade. O filme é a adaptação do romance Traumnoville de Arthur Schnitzler.

  Stanley Kubrick não viveu a tempo de testemunhar a fria recepção que o filme obteve. Ele morreu devido a uma ataque cardíaco ao 70 anos de idade, enquanto dormia em 7 de março de 1999.

Filmografia:
Flying Padre (1951)*
Day of the Fight (1951)*
Fear and Desire (1953)
The Seafers (1953)*
Kiler's Kiss (1955)
The Killing (1956)
Paths of Glory (1958)
Spartacus (1960)
Lolita (1962)
Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worring About and Love the Bomb (1964)
2001: A Space Odyssey (1968)
A Clockwork Orange (1971)
Barry Lyon (1975)
The Shining (1980)
Full Metal Jacket (1987)
Eyes Wide Shut (1999)

*Documentário curto


Fontes: Wikipédia
            IMDB

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